BRASIL AGUARDA O ELON MUSK TUPINIQUIM

Descobrimos, por meio do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), comandado por Elon Musk, que a burocracia americana não é melhor do que a brasileira – talvez seja até pior. São bilhões de dólares investidos anualmente. Musk acredita que, se tudo correr bem e a “Justiça americana” permitir, poderá economizar US$ 2 trilhões no orçamento anual, o equivalente a 7% do PIB dos Estados Unidos, estimado em US$ 30 trilhões.
O DOGE é um departamento independente, subordinado diretamente ao Presidente. Musk reuniu um grupo seleto de jovens especialistas em inteligência artificial e começou a desvendar os gastos ocultos por trás dessa montanha de dinheiro público. O trabalho já trouxe revelações bombásticas, com o fim da USAID que tinha entre outras obscenidades, financiar o HAMAS na Faixa de Gaza, que há aposentados com 150, 200, 250 anos, ganhando aposentadorias.
E no Brasil, o que poderia fazer um Elon Musk e seus “garotos de ouro”?
Focando no Governo Federal, temos hoje 39 ministérios e mais de 300 órgãos, incluindo 43 universidades federais e 54 institutos federais de educação, entre outros. Um grupo técnico e competente, respeitando a doutrina administrativa poderia cortar entre 30% e 50% dessas estruturas absolutamente, desnecessárias. Apenas na Esplanada dos Ministérios, seria possível reduzir para, no máximo, 15 ministérios, incluidos a Advocacia-Geral da União, Controladoria-Geral da União e Banco Central. O impacto seria bilionário – recursos que poderiam ser redirecionados para educação, saúde, segurança e infraestrutura.
Outro setor que apresenta problemas é o Judiciário. Um verdadeiro monumento ao abuso de recursos e uma afronta ao contribuinte brasileiro. A Justiça Federal, um monstro de nove cabeças, abriga STF, STJ, STM, Justiça Comum, Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral, Conselhos Superiores, MPF e MPFT. Somando-se aos Tribunais de Justiça estaduais e seus respectivos Ministérios Públicos, o custo chega a impressionantes R$ 180 bilhões por ano – cerca de 1,8% do PIB. E isso sem contar os numerosos “penduricalhos” generosamente distribuídos: auxílio-alimentação, auxílio-educação, planos de saúde e benefícios que aparentemente não têm limite. Não há freios ou contrapesos para conter esses excessos.
O Congresso Nacional também merece destaque quando o assunto é desperdícios. Além das famosas emendas parlamentares, escondem-se nos bastidores do poder regalias como bolsas de assessores, aviões e verbas diversas, muitas vezes sem transparência.
Até quando o Brasil suporta estas ofensas, estas humilhações, o desprezo pelos recursos públicos?
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI
PRESIDENTE
- Em 04/03/2025, Trump compareceu ao Congresso para anunciar um conjunto de medidas que havia tomado, especialmente, na questão de “genero” – agora só existe homem e mulher, no Exército e nos esportes, exibiu as decisões no combate a imigração ilegal, no esforço para terminar com as duas guerras (Gaza e Ucrânia) e chamou a atenção, o fato de que há milhões de fraudes na diferentes Agências Públicas . Na Previdência Social Americana, são milhares de aposentados com mais de 100 anos. Imagino passar um pente fino na Previdência brasileira e nas despesas destinadas à Assistência Social.
- O Congresso Americano conta com 2 Senadores por Estado, são portanto 100. Desde 1911, o tamanho da Câmara dos Representantes é fixo, com um total de 435 assentos. O Congresso Brasileiro, conta com 81 Senadores e 513 Deputados mas tramita uma PEC para aumentar o número de parlamentares.
- O Orçamento da Justiça brasileira (Federal e Estaduais), são impressionantes R$ 180 bilhões por ano – cerca de 1,8% do PIB. Por lá gasta-se de canapés de iguarias diversas, lagostas, camarões, até vinhos rankeados do ano. No mundo desenvolvido ou equivalente ao Brasil, gasta-se em média de 0,3 a 0,5%, 5 vezes menos. Recentemente deram para comprar presentes inusitados, lenços e gravatas coloridas.