FLORIPA MERECE AVANÇAR – ENTRE EMBARGOS E OPORTUNIDADES PERDIDAS
A Marina Beira-Mar Norte está prestes a transformar Florianópolis: além de um novo cartão-postal, o projeto vai gerar cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos. Um passo importante para o desenvolvimento econômico e turístico da cidade, conectando natureza, lazer e oportunidades. ⛵🌴 #MarinaBeiraMarNorte #FloripaDoFuturo #DesenvolvimentoComPropósito
Florianópolis é uma das cidades mais bonitas e desejadas do Brasil. Metade de seu território está numa ilha que combina belezas naturais com vocação para inovação, turismo e qualidade de vida. Morar aqui é um privilégio, e muitos, tanto “manezinhos” quanto investidores de outros Estados, têm contribuído para o seu crescimento desde os anos 1980.
Com cerca de 600 mil habitantes, a cidade enfrenta desafios como saneamento básico, habitação popular e mobilidade urbana — todos com soluções possíveis e em andamento. A Prefeitura tem projetos importantes, como a drenagem dos canais aquáticos, a ponte da Lagoa da Conceição e a Marina da Beira-Mar Norte — todos embargados de forma recorrente, quase sempre por motivações infundadas
A Marina é um projeto estratégico, vai gerar 5 mil empregos diretos, qualificar o turismo náutico e reurbanizar a orla da cidade. Mesmo com licenciamento concedido pelo IMA/SC e com o IBAMA validando a competência estadual, o MPF questionou e o juiz federal Marcelo Krás decidiu pela paralisação. Um contrassenso jurídico e institucional, provocativo, sem embasamento legal, originando muito mal estar e desconforto entre as classes produtivas e sociais da cidade.
Essa postura repete um padrão histórico. O MPF e setores do Judiciário Federal há décadas têm criado entraves para o desenvolvimento da cidade: foram contrários ao Costão do Santinho, a Jurerê Internacional e ao Hospital SOS Cárdio, entre outros. São decisões tomadas por pessoas de fora que usufruem da cidade, mas dificultam seu avanço, como se houvesse prazer em contrariar.
A recente decisão contra a Marina é mais um caso emblemático de judicialização excessiva, que ameaça o progresso local. Quando até o órgão ambiental federal concorda com o estadual, insistir no embargo beira o autoritarismo.
Justiça não pode ser instrumento de bloqueio ao desenvolvimento. Florianópolis precisa de respeito institucional, segurança jurídica e parcerias públicas eficientes — não de obstáculos que paralisam sua evolução. A cidade merece avançar.
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE
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