BRASIL – MEIO SÉCULO DE POPULISMO, CORPORATIVISMO, ASSISTENCIALISMO E NENHUMA REFORMA. A RECEITA DO “BOLO PROGRESSO” EXISTE — FALTAM CONFEITEIROS.
O GOVERNO DO PT, PARA MANTER O POPULISMO USA O MODO "EXTRAÇÃO" DE IMPOSTOS. EM TODO O BRASIL A ECONOMIA ESTA EM COLAPSO. NÃO HÁ MAIS RENDA. LOJAS FECHAM PELA AUSÊNCIA DE CONSUMIDORES
Há cinquenta anos, Brasil e China partiam de bases econômicas semelhantes, dois países pobres, de renda per capita modesta e grandes populações. Enquanto a China abrigava 1,0 bilhão de habitantes e o Brasil cerca de 120 milhões, ambos compartilhavam o rótulo de “nações em desenvolvimento”. A história, porém, tomou rumos opostos. Em 1978, sob a liderança de Deng Xiaoping, a China iniciou as políticas de “Reforma e Abertura”, que combinaram capitalismo produtivo com planejamento estatal, resultando em uma das maiores transformações econômicas da história moderna. Em cinco décadas, o país saiu da pobreza rural para o topo da economia mundial.
O Brasil, por sua vez, ficou estagnado. Preso a ciclos populistas, burocráticos e corporativistas, não conseguiu romper com o modelo que privilegia o Estado em detrimento da sociedade produtiva. Nossos governantes vivem do que o cidadão produz — e devolvem quase nada em serviços, infraestrutura ou eficiência. Enquanto os chineses construíram um projeto de nação, o Brasil manteve um sistema político que se retroalimenta da dependência, da fragmentação e da improvisação.
Se o país deseja reverter esse quadro, precisa de reformas estruturais, não de promessas eleitorais.
A Reforma do Estado é a primeira – reduzir drasticamente o número de municípios de 5.570 para cerca de um terço, mantendo apenas aqueles com autonomia financeira. Hoje, mais de 1.500 vivem exclusivamente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), sem geração própria de receita, dependem da distribuição dos +-200 bilhões distribuídos pelo Fundo.
A Reforma Administrativa deve vir em seguida, limitando a máquina pública a, no máximo, cinco ministérios de apoio (como Casa Civil e Administração) e doze de execução (Educação, Saúde, Segurança, Infraestrutura, etc.) cujos funcionários serão recepcionados por um quadro de cargos e salários compatível com o mercado, afastando qualquer penduricalho privilegiado. Nada de triênios, quinquênios, abonos diversos, gratificações, licenças-prêmios, entre outras.
Por fim, deve haver um teto fiscal nacional, a soma das receitas dos três níveis de governo — federal, estadual e municipal — não pode ultrapassar 30% do PIB, destinando 25% desse total à infraestrutura. Essa é a receita para o desenvolvimento. Falta apenas um confeiteiro confiável — um líder capaz de aplicar a receita com competência, coragem e visão de futuro.
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE
INFORMAÇÕES RELEVANTES
- Brasil arrecadou em 2024, 3,6 trilhões, equivalente a 36% do PIB (10 trilhões). A média nos países latino americanos é de 25%. No mundo desenvolvido pode chegar a 35%. Temos uma das cargas tributárias mais elevadas do mundo.
- Aplicamos em Infraestrutura entre 2 a 4% do PIB de nossas receitas, média de 3%. Dos 3,6 trilhões, algo próximo a 100 bilhões. Por esta razão contamos com baixos níveis de investimentos em Transportes, Habitação e Saneamento básico.
- O Brasil conta com 39 Ministérios, centenas de Empresas públicas e Autarquias. SC e Floripa operam com organogramas robustos, esbanjando muitos recursos que poderiam ser destinados à infraestrutura, Saúde e Educação. Milei opera com 10 Ministérios, nações desenvolvidas com 15.
VERÃO FRUSTRADO – QUEDA TURISTAS ARGENTINOS E INFRAESTRUTURA PRECÁRIA – RECEITA DA TEMPORADA MEDÍOCRE – SEM PLANEJAMENTO E SEM INVESTIMENTO – COMO A CIDADE AFASTOU O TURISMO DE QUALIDADE
FLORIPA E CIDADES LITORÂNEAS – RESSACAS E DESTRUIÇÃO A TRAGÉDIA ANUNCIADA DO LITORAL – SEM QUEBRA-MAR, NÃO HÁ SALVAÇÃO – LITORAL CATARINENSE À BEIRA DO COLAPSO
CENTRALIDADES – QUEM É CONTRA A VERTICALIDADE É A FAVOR DO TRÂNSITO PARADO, AUSÊNCIA DE ESGOTO E DA CIDADE CARA – O AMBIENTALISMO DE FACHADA QUE EMPOBRECE FLORIANÓPOLIS – O MEDO DOS PRÉDIOS ALTOS PRODUZ FAVELAS
RECONEXÃO COM O MAR E MOBILIDADE URBANA – FLORIANÓPOLIS PRECISA SAIR DO DISCURSO E ENTRAR NO PROJETO. TRANSPORTE AQUAVIÁRIO JÁ É REALIDADE NO MUNDO, ILHAS COMO VITÓRIA/ES E SINGAPURA, ADOTAM COM SUCESSO. ENQUANTO O MUNDO NAVEGA, FLORIANÓPOLIS AFUNDA NO TRÂNSITO