FECHAMENTO DAS LOJAS – A FUGA DO DINHEIRO, O COLAPSO ECONÔMICO, BANQUETE DO GOVERNO E A FOME DO POVO.

Os empreendedores choram seus prejuízos enquanto o "Governo ostentação" gasta de forma desenfreada. Dia após dia, de forma imperceptível, vários empreendimentos vão fechando. É a Venezuela à nossa frente.

Os primeiros sinais do colapso começaram a surgir discretamente, por volta de julho de 2025. O comércio, sensível a qualquer mudança na economia, foi o primeiro a sentir o impacto. Vieram as placas que falam por si: “Passamos o ponto”, depois “Mudamos de endereço”, e por fim, a cruel sentença — “Fechamos”. É o epitáfio de uma era de ilusões econômicas e promessas populistas que não resistiram à realidade dos números.

Quem caminha hoje pelo centro de Florianópolis — pelas ruas Francisco Tolentino, Conselheiro Mafra, Felipe Schmidt e adjacências — se depara com um cenário desolador. Lojas fechadas, vitrines empoeiradas e cartazes de “aluga-se” multiplicam-se onde antes havia movimento e vida. Há apenas um ano, era quase impossível encontrar um ponto comercial disponível, agora, sobram espaços por toda parte. Mas engana-se quem pensa tratar-se de um fenômeno local. Em Belém, onde ocorre a pomposa FLOP30, o quadro é idêntico. O mesmo se repete nas capitais do Nordeste e, de forma ainda mais simbólica, na Rua 25 de Março, em São Paulo — outrora o coração pulsante do comércio brasileiro. O Brás e a 25 tornaram-se sombras do que foram.

Muitos tentam culpar o comércio eletrônico, mas o argumento não se sustenta. O e-commerce representa apenas cerca de 9% das vendas do varejo. O problema é bem mais profundo — o Brasil está literalmente afundando. E não é um colapso súbito, mas um processo gradual, alimentado por um Estado gastador e desgovernado. O governo central, sob o comando de Lula e sua corte, vive em um espetáculo de ostentação, sinalizando ao povo que “dinheiro público é infinito”.

Os gastos da COP30 são um retrato desse delírio, dois transatlânticos de luxo alugados como hospedagem para convidados, iates ancorados em Val de Cães para o casal presidencial e sua escolta, além de uma comitiva ministerial em clima de férias oficiais. A FABTUR é a principal agente do turismo local. É avião para todos os lados numa incessante corrente de gastos.

O resultado é previsível, um déficit público crescente, dívida que já ultrapassa R$ 10 trilhões e juros que devoram R$ 1 trilhão por ano. O Estado age como um dreno, um exaustor das receitas públicas sugando toda a energia da economia produtiva. O investidor foge, o emprego desaparece, e o país mergulha em estagnação.

O dólar, aparentemente estável, é sustentado apenas pela fuga silenciosa de capitais. O Brasil não tem projeto, não tem rumo. E, como uma biruta ao vento, gira sem direção — até o dinheiro, a esperança e a paciência se esgotarem de vez. Falta pouco.

ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE

INFORMAÇÕES RELEVANTES

INFORMAÇÕES RELEVANTES

  • Além do desgoverno registre-se a desesperança da população trabalhadora que paga impostos, vive em ambiente inseguro e que se obriga a manter um Brasil Paralelo de Benefícios Sociais – Bolsa Família, Auxilio Gás, Pé de Meia, Minha Casa Minha Vida, Farmácia Popular, Bolsa Presidiário, BPC, Luz para todos, entre outros. Muitos não querem mais trabalhar são escravos do programa. Lembre-se não existe cafezinho de graça e o governo não gera um mísero real. As receitas do Governo tem origem em quem trabalha.
  • A Seguridade Social (Previdência, Saúde e Desenvolvimento Social) já ocupa 64% do orçamento federal. Aplicamos menos de 5% em Investimentos, atividade que gera renda e empregos. A carga Tributária alcança os estratosféricos 4,0 trilhões, aplicados em despesas “ostentação”, 39 ministérios improdutivos e uma estrutura de cargos e salários (nos 03 níveis do poder) com privilégios absurdos. O Governo do Brasil é um verdadeiro moedor de recursos.

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