FLORIANÓPOLIS NÃO É DEPÓSITO HUMANO – CORAGEM E RAZÃO NA POLÍTICA SOCIAL DO PREFEITO TOPÁZIO. A VOZ DAS URNAS LEGITIMA A AÇÃO
A cidade de Florianópolis enfrenta um problema que se agrava a cada ano, o aumento expressivo de moradores de rua, muitos deles vindos de outras regiões do país, sem laços familiares, sem emprego e, muitas vezes, sem perspectiva de recuperação social.
O prefeito Topázio Neto, eleito com 161.839 votos, representando 58,49% dos votos válidos já no primeiro turno, possui legitimidade plena para decidir sobre os rumos sociais da capital. Sua política de devolução de passagens a pessoas em situação de rua que chegam à cidade sem condições de se manter é uma ação corajosa, humana e racional, voltada à preservação da ordem pública e da dignidade coletiva.
Essa medida não é um ato de rejeição, mas de responsabilidade administrativa. Florianópolis não pode ser transformada em um depósito humano, onde o poder público apenas observa a degradação das praças, a insegurança nos centros e o sofrimento dos próprios desabrigados. Ao contrário, a prefeitura tem oferecido acolhimento temporário, assistência social e o retorno digno à cidade de origem daqueles que desejam recomeçar. É uma política socialmente correta, juridicamente legítima e moralmente necessária.
Entretanto, a Defensoria Pública Estadual, instituição que custa mais de 168milhões de reais por ano aos cofres públicos, insiste em impugnar a iniciativa. Em vez de colaborar com a prefeitura, levanta questionamentos estéreis e politizados, esquecendo que o papel da Defensoria é defender direitos fundamentais — não fomentar conflitos administrativos. A tentativa de barrar uma ação eficaz e comprovadamente humanitária revela desconexão com a realidade das ruas e desrespeito à autoridade do Executivo municipal.
É preciso deixar claro, quem tem mandato popular e responsabilidade direta sobre a política social do município é o prefeito, e não órgãos sem voto e sem legitimidade eleitoral. A cidade espera resultados, não discursos vazios. É hora de apoiar quem age com firmeza, sem medo do politicamente correto, e colocar Florianópolis no caminho da ordem, da dignidade e do bom senso administrativo.
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE
- Origem da população – Cerca de 70% das pessoas em situação de rua cadastradas no aplicativo Acolher da prefeitura são de fora de Florianópolis, e menos de 30% são catarinenses.
- De acordo com dados de março de 2025, Florianópolis tinha 3678 pessoas em situação de rua, o que a coloca no topo do ranking de cidades catarinenses com maior número de pessoas nessa condição
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