A energia é a fonte primária do desenvolvimento. Sem energia não temos nem a água que precisamos. Toda a produção de energia cabe aos Estados, à União e as concessões privadas. São 5.570 municípios que em tese precisam dispor de energia abundante, com vistas ao desenvolvimento sustentável, ao progresso econômico. Além de nossas casas, a indústria, o comércio e serviços avançam desde que disponham de energia farta e barata. Temos todas as condições para garantir este insumo para o nosso futuro para viabilizar os investimentos públicos e privados geradores da riqueza nacional. É preciso, no entanto, superar alguns preconceitos, notadamente, no norte do País, onde temos a maior abundância de água, mas fruto de incompreensões de ambientalistas relegamos a segundo plano as populações em nome de proteger o meio ambiente e tribos indígenas.
O Brasil é um País excepcional. Segundo os professores de economia dentre os países de vastas extensões territoriais (China, Canadá, USA, Rússia, Austrália) o nosso dispõe da maior quantidade de água, matérias primas e terras agricultáveis. Todas as relações de alternativas energéticas abaixo são passíveis em nosso País. Podemos em pouco tempo alcançar patamares de países desenvolvidos, basta que tenhamos determinação política e boa gestão pública. Vale ressaltar que as duas primeiras opções (da tabela) tem dupla função, gerar energia e contribuir para o meio ambiente. Como há largo interesse na proteção ambiental cabe ao Governo dispor de programas de apoio técnico e financeiro para que os projetos sejam viabilizados. Como efeito colateral gera-se, ainda, muitos empregos, renda e impostos.
Dentre as várias origens de onde resultam energias sobressaem as seguintes:
1 – Fontes renováveis de energia limpa (2025)
Energia solar
Energia hidrelétrica
Energia da Biomassa
Energia das marés (mare motriz)
Energia eólica
2 – Fontes não renováveis de energia poluente
Combustíveis fósseis
Energia nuclear (atômica)”
A matriz energética do Brasil é muito diferente da mundial. Por aqui, usamos mais fontes renováveis que no resto do mundo. A posição das diferentes fontes em 2025, foram estas:
MATRIZ ENERGÉTICA FINAL NO BRASIL (EM % DO TOTAL)
| Fonte de Energia (2025) | Percentual (%) |
| Petróleo e derivados | 37 % |
| Hidráulica | 27 % |
| Biomassa | 14 % |
| Gás natural | 10 % |
| Eólica | 6 % |
| Solar | 4 % |
| Carvão mineral | 2 % |
| Total | 100,00 |
Destaques da matriz brasileira
RENOVÁVEIS (TOTAL – 51 %)
Hidráulica (27 %)
Biomassa (14 %)
Eólica (6 %)
Solar (4 %)
Brasil, metade da sua energia de fontes renováveis, o que é considerado um dos melhores desempenhos globais entre países de grande economia.
NÃO RENOVÁVEIS (TOTAL – 49 %)
Petróleo e derivados (37 %)
Gás natural (10 %)
Carvão mineral (2 %)
A energia de origem fóssil ainda é importante, sobretudo em transporte e geração térmica.
PLANEJAMENTO MUNICIPAL E ESTADUAL
Formas de garantir o suprimento de energia
Programa de energia alternativas – eólica e solar
Posteamentos e visual urbano
