PRÓXIMO PRESIDENTE – AGENDA COMPETITIVA PARA UM BRASIL SUSTENTÁVEL – PROCURA PELO “CEO PÚBLICO”
Desde o Império Romano, os bons governantes compreendem que existem três áreas fundamentais, verdadeiros “hours concours” da administração pública – Segurança, Saúde e Educação. Sem elas, nenhuma sociedade prospera.
Mas governar exige mais. É indispensável construir relações produtivas com empresários, trabalhadores e investidores, reduzindo atritos trabalhistas, burocracia, insegurança jurídica e obstáculos à geração de riquezas. O Estado deve ser parceiro da economia, jamais seu adversário.
A infraestrutura constitui a vitrine da competência governamental. Energia, comunicações, transportes, saneamento e habitação revelam, concretamente, a capacidade de transformar recursos públicos em desenvolvimento. A tecnologia, hoje indispensável, completa essa agenda, profundamente vinculada à educação e à inovação.
Entretanto, existe um fator decisivo, frequentemente ignorado – o Diretor Executivo, o CEO da administração pública. Quando o governante possui visão estratégica, capacidade gerencial e compromisso com resultados, o desenvolvimento acontece.
Exemplos contemporâneos aparecem nas administrações de Jorginho Mello, Ratinho Junior e Tarcísio de Freitas. Historicamente, Jaime Lerner transformou Curitiba; Prestes Maia redesenhou São Paulo, Celso Ramos, mudou com o PLAMEG, SC. Suas realizações ultrapassaram mandatos, criando uma cultura administrativa que permanece como referência.
É precisamente esse perfil executivo que falta à Presidência da República. Juscelino ensaiou um “5 em 50”, construiu Brasília, não criou raízes.
Na minha avaliação, Lula representa a continuidade de um modelo político desgastado, marcado por excessiva intervenção estatal (socialismo disfarçado), baixa eficiência e sucessivos escândalos que atingiram o ambiente político nacional — mensalão, petrolão e, mais recentemente, investigações envolvendo o INSS e o Banco Master, cujas responsabilidades precisam ser individualmente apuradas.
O Brasil precisa abandonar a administração das crises e recuperar a cultura das realizações.
Espero que Flávio Bolsonaro, caso eleito, compreenda essa dimensão histórica – mais importante que vencer uma eleição será tornar-se o Prestes Maia do Brasil.
O país precisa de um presidente que deixe obras, instituições eficientes e prosperidade, que crie a “cultura dos resultados”, não apenas discursos.
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE
INFORMAÇÕES RELEVANTES
- O maior “fator de produção” numa empresa chama-se CEO, o personagem que reúne equipe e especialistas para gerenciar o negócio. Lula nunca foi CEO. Nunca soube escolher equipe, convidou companheiros de crime. Neste último Governo, vários companheiros foram reabilitados. Uma vergonha.
- A Insegurança Jurídica é outro desestabilizador da economia. Segundo o CNJ, há pelo menos 75,5 milhões de processos em andamento no Brasil. Alguns tramitam há anos. Até o passado é incerto no País.
- Há uma próspera indústria de paralizações de obras no Brasil comandadas sobretudo, por interesses de ONGs internacionais, FUNAI, ICMbio, IBAMA e apoiadas por grupos do MPF e STF, que cancelam licenças ambientais interditando o crescimento do Brasil. Estes segmentos precisam ser contidos dentro da lei.
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