UFSC EM TRANSFORMAÇÃO – RECONECTANDO UNIVERSIDADE E SOCIEDADE – A VIRADA LIBERAL – O RECOMEÇO DA UFSC COM FOCO EM RESULTADOS – GESTÃO, MÉRITO E DESENVOLVIMENTO EM PRIMEIRO LUGAR
A virada liberal na UFSC, indica a ascensão de uma visão ancorada em princípios do liberalismo — social, econômico e político — como base para reorganizar e projetar o futuro da instituição.
O liberalismo social reafirma o compromisso com a dignidade humana, da concepção à vida adulta, garantindo acesso à educação de qualidade, saúde, segurança e oportunidades, de modo que cada indivíduo possa desenvolver plenamente suas capacidades. Já o liberalismo econômico valoriza a livre iniciativa, a propriedade privada e a eficiência dos mercados, defendendo um ambiente menos burocrático, com segurança jurídica e estímulo ao empreendedorismo — aspectos essenciais para aproximar a universidade do setor produtivo e gerar inovação. No campo político, destaca-se a importância da democracia representativa baseada no voto e partidos, da transparência e da participação cidadã, elementos indispensáveis para uma gestão moderna e legítima.
Esse novo ciclo contrasta com o modelo anterior, marcado por fragmentação ideológica, (socialismo de diversos partidos – PCB, PCdoB, PSOL, PT, UP, PSB) baixa eficiência administrativa e foco excessivo em pautas identitárias dissociadas da missão central da universidade. O resultado desse cenário foi a perda de protagonismo institucional, redução do reconhecimento acadêmico e afastamento da sociedade.
Paralelamente, acumulam-se evidências de degradação física e operacional no campus, estruturas comprometidas, infiltrações, falhas elétricas, vandalismo, pichações, problemas sanitários e episódios de insegurança. A demolição dos antigos “labirintos” simboliza não apenas o desgaste físico, mas também a necessidade de reconstrução estrutural e conceitual. Soma-se a isso a crise orçamentária, que agravou a precarização dos serviços e da infraestrutura, comprometendo o ambiente acadêmico.
Diante desse quadro, a vitória da nova gestão representa mais do que uma mudança administrativa, sinaliza a recepção de novos tempos. Um tempo de reorganização, eficiência, meritocracia e reconexão com a sociedade. O campo liberal surge, assim, como vetor de transformação, capaz de devolver à UFSC seu protagonismo, sua relevância e sua capacidade de formar, inovar e contribuir efetivamente para o desenvolvimento econômico e social.
O Movimento Liberal Dias Velho encaminha aos novos reitores votos de uma gestão marcada por diálogo qualificado e articulação eficaz, capaz de restabelecer a harmonia no campus universitário. Que este novo ciclo seja orientado pela busca da eficiência, pela valorização do mérito e pela retomada da excelência acadêmica, recolocando a Universidade Federal de Santa Catarina como referência de qualidade, inovação e contribuição efetiva à sociedade.
INFORMAÇÃO RELEVANTE:
- Pauta identitária – As políticas identitárias, formuladas pelo Combahee River Collective (grupo feminista negro formado em 1974) nasceram com o objetivo legítimo de enfrentar opressões específicas. No entanto, no ambiente acadêmico, essas pautas passaram a ocupar espaço desproporcional, deslocando o foco central da universidade – o ensino, a pesquisa e a formação qualificada. As políticas identitárias focam no empoderamento por visibilidade e direitos de grupos específicos com características semelhantes (LGBTQIA+, feministas, antirracistas).
- A sociedade, embora em grande medida aceite a presença e a atuação desses grupos, frequentemente os caracteriza como uma forma de “ideologia pop” ou “identitarismo PROGRESSITA/socialista”, sustentando que tais movimentos estariam excessivamente concentrados nas redes sociais e no debate cultural, priorizando narrativas simbólicas em detrimento de conteúdos materiais mais concretos, como desenvolvimento econômico, produtividade e geração de oportunidades.
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