O DISCURSO QUE OS LIBERAIS QUEREM OUVIR EM 2026

Amigos e amigas,

É hora de falarmos com clareza sobre aquilo que nos une, a doutrina liberal. O Brasil tem vivido, ao longo de sua história, entre discursos contraditórios e práticas distantes do verdadeiro liberalismo. De um lado, políticos que se dizem liberais, mas que não compreendem a essência da doutrina; de outro, o constante flerte com ideias socialistas que geram insegurança e afastam investidores. O resultado é um país dividido, que oscila entre promessas vazias e intervenções que sufocam a sociedade.

Precisamos resgatar os cinco pilares do liberalismo e reafirmar o caminho que pode, de fato, devolver esperança e prosperidade à nossa nação.

Primeiro, a defesa da vida. Sem ela, não há liberdade, não há futuro. A vida é o bem mais sagrado e deve ser protegida contra toda forma de violência, seja do crime, do Estado autoritário ou de qualquer ideologia que relativize seu valor. O crime organizado nas suas diferentes modalidades atenta contra a vida.

Segundo, a defesa dos direitos individuais e coletivos. Um país só é livre quando cada cidadão pode pensar, falar, trabalhar e empreender sem medo. O liberalismo garante o espaço de todos, do pequeno comerciante à grande empresa, do estudante ao agricultor. Não há liberdade se o Estado invade e cerceia as escolhas de cada indivíduo. O que estamos presenciando nos últimos tempos são abusos judiciais com soltura de criminosos, Inquéritos que não terminam e condenações sem provas que a justifiquem.

Terceiro, a propriedade privada. Ao longo da história, nenhum país prosperou sem reconhecer que a propriedade é a extensão da liberdade do cidadão. Foi a propriedade que permitiu a homens e mulheres erguerem famílias, empresas e comunidades. Sem ela, ficamos à mercê de governos que distribuem bens alheios em nome de uma falsa justiça social. No Brasil temos a famosa “função social da propriedade” cuja interpretação e ampla, geral e irrestrita

Quarto, o livre comércio. Aqui está a engrenagem do desenvolvimento. No Brasil, infelizmente, o Estado ainda é dono de mais de 50% do PIB, controlando bancos, petróleo e até setores que não lhe cabem. Isso não é liberalismo, é um mercado falseado. Precisamos abrir espaço para a concorrência, para a inovação, para que o talento do brasileiro floresça sem amarras. Além do mais temos um cipoal tributário e uma CLT que levantam muros reais ao crescimento do Brasil.

Quinto, a Democracia. O liberalismo não teme o voto nem a pluralidade de ideias. Ao contrário, a democracia é o instrumento que garante a alternância de poder e a soberania popular. Mas é preciso vigilância, para que o processo democrático não seja capturado por ideologias que corroem as instituições. Nosso sistema eleitoral precisa avançar com o voto impresso.

Quando olhamos para trás, vemos que o último grande período de desenvolvimento brasileiro ocorreu entre 1840 e 1889, em pleno regime monárquico e parlamentarista. D. Pedro II promoveu ferrovias, telégrafos, telefone, apoiou a indústria e, sobretudo, caminhou para a abolição da escravatura. Modernização, liberdade e respeito ao ser humano foram a base daquele avanço. No plano do crescimento, outro marco importante foram os anos de 1964/1989. Desde então nosso crescimento tem sido modesto com níveis de investimentos irrisórios.

Em 1922, o comunismo se infiltrou. Desde então, alternamos entre experiências mal sucedidas e tentativas frustradas de conciliar socialismo e liberalismo. O resultado é esse Brasil de dúvidas e decepções.

Chegou a hora de resgatarmos a doutrina liberal em sua pureza, sem desvios. A vida, os direitos, a propriedade, o livre comércio e a democracia são o único caminho para um Brasil moderno, seguro e próspero. E é esse discurso que precisa ecoar em cada praça, em cada bairro, em cada coração brasileiro, no próximo ano.

ADM DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE

INFORMAÇÕES RELEVANTES

  1. O período do reinado de D. Pedro II, conhecido como Segundo Reinado, ocorreu de 23 de julho de 1840 a 15 de novembro de 1889. O Regime era Parlamentarista. REPUBLICA  desde então.
  2. PARTIDOS SOCIALISTAS –PCB, PCdoB,  PCO, PMN, PT, PSOL, PSB, PSTU, UP (09); MELANCIAS – PV, AGIR, AVANTE, REDE, SOLIDARIEDADE+PROS, PDT, PSDB, PRD, CIDADANIA, (09); LIBERAIS “IN – CONVICTOS” – DC, MDB, NOVO, PL, PMB, PODE, PROGRESSITAS, PRTB, REPUBLICANOS, UNIÃO BRASI, PSD (11).
  3. LIBERALISMO é incompatível com SOCIALISMO. Não devemos confundir doutrina capitalista com doutrina liberal. A China adota a doutrina capitalista mas é socialista, um Estado Unitário sob controle do PCC.

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