A PIRÂMIDE SOCIALISTA – O BRASIL DE MASLOW ÀS AVESSAS E A ESCALADA PARA O POPULISMO. O DESPREZO PELO VALOR DO TRABALHO

Jumentos, na Internet, são, invariavelmente, associados aos integrantes do campo socialista. É uma afronta à família dos Equídeos.



Abraham Maslow, psicólogo americano de origem alemã, construiu uma das teorias mais sólidas sobre o comportamento humano, a Hierarquia das Necessidades. Segundo ele, todo ser humano busca evoluir a partir da satisfação de suas necessidades básicas — como alimentação e abrigo — até alcançar o topo da pirâmide, a autorealização, que representa o pleno desenvolvimento pessoal, profissional e moral.

No Brasil, porém, o Estado inverteu essa lógica natural do progresso humano. Criou o que se pode chamar de “Pirâmide Socialista”, formada por uma sucessão de programas assistenciais que aprisionam o cidadão na base da dependência. Auxílio Reconstrução, Bolsa Família, Pé de Meia, Bolsa Luz, Farmácia Popular, Seguro-Defeso, Vale Gás, e tantos outros ilustram um sistema que alimenta a necessidade fisiológica sem permitir que o indivíduo avance para os níveis superiores de segurança, estima e autorealização.

A diferença entre Maslow e o Estado brasileiro está no propósito. Maslow defendia que, uma vez supridas as necessidades básicas, o homem deveria conquistar autonomia, dignidade e realização por meio do trabalho. Já a pirâmide socialista estimula a permanência no degrau inferior, onde o indivíduo sobrevive, mas não progride. É uma estrutura que transforma a ajuda em hábito, e o benefício em prisão.

Governos populistas chamam isso de “inclusão social”, mas o que realmente ocorre é a perpetuação da dependência. Enquanto a sociedade produtiva é sufocada por impostos e a máquina pública consome trilhões em ministérios e secretarias, o Estado distribui migalhas travestidas de justiça social. Com isso, reduz-se o incentivo ao esforço, à educação e ao mérito — e substitui-se o orgulho do emprego pela passividade do assistencialismo.

Um país só cresce quando seu povo trabalha, empreende e cria valor, não quando espera o próximo benefício. Empregos saudáveis, com estabilidade e perspectiva, são a verdadeira base da pirâmide humana. A caridade estatal permanente não emancipa — infantiliza. E enquanto o Brasil insistir em sustentar cidadãos em vez de oferecer condições para que progridam, continuará refém da própria mediocridade política.

ADM. DILVO VICENTE TIRLONI

INFORMAÇÕES RELEVANTES

VOCE PAGA  A CONTA – A partir de julho de 2025, cerca de 477 mil catarinenses de baixa renda têm direito a total autorização na conta de luz da luz Celesc. Famílias inscritas no CadÚnico recebem subsídios 100%. Há também a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE. Origem dos Subsídios – Os subsídios são financiados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE, mais ou menos 30% da sua conta de luz). Faz o “L” de luz e se beneficie destas vergonhas.

TRILHÕES ARRECADADOS – Impostômetro ACSP – entre Despesas Correntes e Despesas de Capital a União Federal gastou em 2025 R$3.985 (04 trilhões). Destes R$1,802 (1,8 trilhão) foram gastos em Seguridade Social que é o financiamento das políticas de Saúde, Previdência Social e Assistência Social ou seja 46% dos Recursos. 54% foram para Despesas Correntes (2,108 trilhões + 75 bilhões em Investimentos) Ressaltar que Educação pode ser considerada Investimentos e neste caso 180 bilhões + 75 dariam 255 bilhões.

DEZ (10%) DAS RECEITAS PARA INFRAESTRUTURA – em vez de gastar em investimentos gastamos mais de 60% em Assistência Social. É a máquina do socialismo que desconhece as leis da economia. OS ORÇAMENTOS PÚBLICOS ESCONDEM O QUE SE APLICA EM INFRAESTRUTURA.

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