COP30 OU FLOP30 – A FARSA VERDE DO SÉCULO POVO PAGA A CONTA
Há mais de três décadas o mundo se reúne em torno das Conferências das Partes (COPs), supostamente para discutir medidas de contenção do aquecimento global. Na prática, essas conferências tornaram-se grandes convescotes internacionais financiados pelos países anfitriões — mesmo quando são nações pobres, como o Brasil. A realização da COP30 em Belém, no Pará, anunciada com pompa por Lula, foi tratada como um “golpe de mestre” político, sediar o evento no coração da Amazônia seria uma jogada de marketing perfeita. No entanto, a realidade mostrou-se menos verde e mais cinzenta.
Belém, escolhida como vitrine ambiental, virou palco de gastos bilionários para “ficar bem na foto”. O governo despejou milhões em obras estéticas, avenidas enfeitadas com “árvores artificiais”, fachadas reformadas, e o centro transformado numa espécie de “penteadeira de princesa”, para esconder as mazelas sociais que persistem a poucos quilômetros dali. Enquanto isso, a periferia continuou mergulhada em esgoto a céu aberto, sem saneamento, sem segurança e sem a menor atenção pública.
O vexame se agravou quando veio à tona que o presidente recusou o uso de uma embarcação da Marinha, equipada e segura, preferindo o luxuoso iate IANA (segundo dizem da JBS) — quatro andares de ostentação pagos com dinheiro público e ancorado na Base Naval de Val de Cães. Outro iate, menor, o acompanhava como escolta. Em meio à ostentação, a primeira-dama organizou um jantar dos Presidentes, para levantar recursos ao “Fundo de Florestas Tropicais”. Resultado, fiasco absoluto. Nenhum líder estrangeiro apareceu, e o evento passou a ser apelidado de “FLOP30”.
Na origem, o escândalo da COP30 apenas expõe a hipocrisia global. O discurso ambiental virou indústria bilionária que alimenta ONGs e organismos internacionais interessados em frear o desenvolvimento dos países que ainda têm florestas e recursos naturais. Prometem financiamentos que nunca chegam, enquanto impõem políticas que mantêm as nações pobres na dependência. A farsa do aquecimento global serve a esses interesses, transformar culpa em moeda, controle em virtude e a natureza em negócio. O planeta continua o mesmo — mas a plateia do teatro ecológico está cada vez mais rica.
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI – PRESIDENTE
FATOS RELEVANTES
- Modus operandi – primeiro chegam os presidentes dos Países que aconteceu entre 02/11 a 09/11. Foi um fisco compareceram apenas 18 presidentes e primeiro ministros. Não veio China, Rússia e nem os USA. Se inscreveram 143 países. Entre 10 a 21 de novembro de 2025, as equipes técnicas dos países debatem os papers deixados pelos presidentes.
- Estima-se que o Brasil investiu 900 milhões de reais para os eventos (locações de transatlânticos, Lanchas, espaços, etc. – daria para construir 12.000 casas de R$75.000). Sobre infraestrutura os valores variam de R$ 2,8 bilhões em 23 obras, com recursos da União, do BNDES e da Itaipu Binacional a R$ 4 bilhões.
- Não há um mísero palestrante que se oponha aos projetos da COP30. A corrente que diz que o mundo é feito de 71% de água, 27% de desertos, geleiras e florestas (98%), são olimpicamente, ignorados. Estão há 30 anos tentando provar o impossível.
VERÃO FRUSTRADO – QUEDA TURISTAS ARGENTINOS E INFRAESTRUTURA PRECÁRIA – RECEITA DA TEMPORADA MEDÍOCRE – SEM PLANEJAMENTO E SEM INVESTIMENTO – COMO A CIDADE AFASTOU O TURISMO DE QUALIDADE
FLORIPA E CIDADES LITORÂNEAS – RESSACAS E DESTRUIÇÃO A TRAGÉDIA ANUNCIADA DO LITORAL – SEM QUEBRA-MAR, NÃO HÁ SALVAÇÃO – LITORAL CATARINENSE À BEIRA DO COLAPSO
CENTRALIDADES – QUEM É CONTRA A VERTICALIDADE É A FAVOR DO TRÂNSITO PARADO, AUSÊNCIA DE ESGOTO E DA CIDADE CARA – O AMBIENTALISMO DE FACHADA QUE EMPOBRECE FLORIANÓPOLIS – O MEDO DOS PRÉDIOS ALTOS PRODUZ FAVELAS
RECONEXÃO COM O MAR E MOBILIDADE URBANA – FLORIANÓPOLIS PRECISA SAIR DO DISCURSO E ENTRAR NO PROJETO. TRANSPORTE AQUAVIÁRIO JÁ É REALIDADE NO MUNDO, ILHAS COMO VITÓRIA/ES E SINGAPURA, ADOTAM COM SUCESSO. ENQUANTO O MUNDO NAVEGA, FLORIANÓPOLIS AFUNDA NO TRÂNSITO