CONTA DE LUZ CADA VEZ MAIS CARA – O PESO INVISÍVEL DOS ENCARGOS NO BRASIL – IMPOSTOS, SUBSÍDIOS E A CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO (CDE)

A conta de energia elétrica no Brasil vem se tornando cada vez mais pesada e difícil de compreender para o consumidor comum. Ao analisar uma fatura da CELESC de R$ 576,13, percebe-se que o valor não corresponde apenas ao consumo direto de eletricidade. Dentro desse total estão embutidos diversos impostos, encargos e contribuições, como COSIP MUNICIPAL, PIS, COFINS E ICMS, que juntos somam R$ 130,89, restando R$ 445,24 referentes ao consumo efetivo. À primeira vista, pode parecer um valor normal para um apartamento de três quartos, ocupado por quatro pessoas e equipado com três aparelhos de ar-condicionado. No entanto, uma análise mais profunda revela que o peso real da conta vai além do simples uso da energia.

Entre os fatores menos visíveis está a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um fundo criado pelo governo federal com a finalidade de financiar políticas públicas do setor elétrico. Esse fundo busca subsidiar tarifas para famílias de baixa renda, levar energia a regiões isoladas e sustentar programas sociais ligados à eletricidade. Embora esses objetivos tenham relevância social e estratégica, o impacto direto recai sobre todos os consumidores, que acabam contribuindo com uma parcela significativa da fatura — estimada entre 10% e 20% do valor total. No exemplo citado, isso pode representar algo entre R$ 60 e R$ 110, funcionando, na prática, como um custo adicional pouco transparente para quem paga a conta.

O problema central não está apenas na existência desses encargos, mas na falta de clareza e previsibilidade do sistema tarifário, que dificulta o planejamento financeiro das famílias. Muitos consumidores sentem que estão arcando com um conjunto crescente de custos que não controlam nem compreendem plenamente. Isso gera a percepção de que a conta de luz se tornou um instrumento de financiamento indireto de políticas públicas, sem o devido debate sobre eficiência, prioridades e limites.

Diante desse cenário, cresce a necessidade de maior transparência, revisão estrutural dos encargos e compromisso com a modicidade tarifária, para que a energia elétrica — serviço essencial ao desenvolvimento e ao bem-estar — não se transforme em um peso excessivo e permanente no orçamento da população.

ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE

INFORMAÇÕES RELEVANTES:

O que era para ser política social se converteu em “abusos sociais”.  Já são 15 programas, veja:

  • 1.Bolsa Família 2. Benefício de Prestação Continuada (BPC) 3.Tarifa Social de Energia Elétrica 4. Auxílio Gás 5. Minha Casa Minha Vida 6. Pé-de-Meia 7. Seguro-Defeso 8. Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) 9. Programa Farmácia Popular 10. Auxílio-Reclusão 11. Garantia-Safra 12. Programa Luz para Todos 13. Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) 14. Programa Criança Feliz 15. Benefícios do INSS (aposentadorias e pensões)
  • Um País cresce quando o governo Federal em alinhamento com os Governos Estaduais e Municipais, contam com um PROJETO BRASIL, baseado na formulação de Políticas Industriais que recepcionem Industria Naval, Indústria Aérea, Industria bélica terrestre, indústria em geral e Inovação de forma compartilhada e sistêmica. São segmentos que geram empregos, renda e oportunidades. O PT e Cia. não conhecem estas atividades, nenhum deles sabe o que é NF, Carteira de Trabalho e assunção de riscos.  

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