OS DESASTRADOS ESTATUTOS SOCIAIS DOS PARTIDOS POLÍTICOS NACIONAIS
OS PILARES BÁSICOS DE QUALQUER PROGRAMA LIBERAL. NO BRASIL OS LIBERAIS NÃO GUARDAM RESPEITO À DOUTRINA, JUSTAMENTE, PORQUE A DESCONHECEM.
A história dos partidos políticos no Brasil é marcada por rupturas e reinícios constantes. Desde o Império, quando surgiram Conservadores e Liberais, até a República, com o Partido Republicano, nossas agremiações sempre estiveram ligadas a interesses de elites, proprietários de terras e grupos dominantes. Ao longo do século XX, diferentes conjunturas políticas — República Velha, Estado Novo, Ditadura Militar e Nova República — produziram sucessivas reformas, cassações e recriações de siglas. Isso explica por que não há partidos centenários no país, como ocorre em democracias consolidadas da Europa e USA. O Brasil se acostumou a conviver com legendas frágeis, adaptáveis ao momento histórico, mais voltadas ao acesso ao poder do que a defender projetos claros de nação.
Esse contexto ajuda a entender a pobreza dos Estatutos Sociais dos partidos brasileiros. Em sua maioria, eles são documentos genéricos, quase sempre repetindo fórmulas de compromisso com a democracia, a soberania nacional e a justiça social, mas sem explicitar com clareza quais rumos pretendem oferecer ao país. Isso resulta em textos padronizados, que poderiam servir a qualquer sigla, tamanha a falta de originalidade.
Alguns exemplos são reveladores. Entre os liberais, o MDB, em seu Artigo 2º, fala em construir uma nação soberana e justa, mas sem detalhar princípios de economia de mercado ou de liberdade individual. Já o PL sequer define objetivos, limitando-se a um apanhado histórico de fusões partidárias, o que evidencia ausência de identidade. Do lado socialista, o PT deixa claro, desde sua fundação, que se orienta por um programa socialista definido em seus congressos, embora se esconda atrás de longa retórica. O PSB, por sua vez, é direto, sua finalidade é “lutar pela implantação da democracia (?) e do socialismo no País”.
Assim, nota-se a diferença, os partidos de esquerda não escondem seus propósitos ideológicos, enquanto os liberais brasileiros deixam um vazio de conteúdo em seus estatutos, revelando a fragilidade de nossa cultura política.
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE
INFORMAÇÕES RELEVANTES
- Desde o século XVIII, na Inglaterra, já prevaleciam os partidos – Tory Party – Aristocracia (tudo o que girava em torno da família real e dos seus representantes) e Whing Party – Povo, camponeses, pequenos artesãos, são os mesmos, atualmente, com outros nomes. Lá criaram o Parlamentarismo em 1689, 100 anos antes da Revolução Francesa, que dura até nossos dias, 336 anos. A Inglaterra é a mãe da moderna Democracia e do Parlamentarismo.
- Segundo o TSE há 29 partidos registrados no País, dos quais 10 pelo menos são socialistas e 19 liberais, estes, sem nenhuma convicção. Há Fundo Partidário e de Campanha, bilionários, recursos inexistentes em outras “democracias”. É a farra com o dinheiro público.
- O Socialismo chegou ao Brasil através do Partido Comunista, em 1922, implantando a primeira célula no Rio de Janeiro. Desde então o Brasil foi surpreendido por inúmeros eventos “revolucionários”, com muitos mortos, graças a esta ideologia.
- Veja os partidos registrados em: https://www.tse.jus.br/partidos/partidos-registrados-no-tse
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