SANTA CATARINA 2026 – ENTRE O LIBERALISMO REAL E O SOCIALISMO MODERADO, QUEM VAI CONVENCER O ELEITOR? TRÊS BLOCOS, LIBERAIS DIVIDIDOS E ESQUERDA UNIFICADA – QUEM DE FATO REPRESENTA O LIBERALISMO
As eleições de 2026 em Santa Catarina começam a se desenhar com três blocos políticos relativamente claros – um campo de esquerda/socialista organizado, e dois blocos distintos no campo de centro-direita/liberal. O cenário, historicamente, favorece candidaturas mais alinhadas ao espectro liberal-conservador, característica recorrente do eleitorado catarinense.
1. Campo Socialista (esquerda organizada)
A chapa vinculada ao chamado “Campo Democrático”, EMBORA SEUS ESTATUOS AFIRMEM O CONTRÁRIO, apresenta:
- Governo – Gelson Merísio (PSB)
- Vice – Ângela Albino (PDT)
- Senado – Décio Lima (PT) e Afrânio Boppré (PSOL)
O grupo reúne partidos do campo socialista com atuação institucional tradicional. Na prática, suas propostas costumam girar em torno de políticas públicas, presença estatal e “inclusão social”, usando desbragadamente, os recursos públicos para fazer proselitismo político. Contudo, a própria escolha de Merísio — com histórico ligado ao setor empresarial e ao associativismo — indica uma tentativa de moderação, mais próxima de um “socialismo light pragmático” diante do eleitorado conservador de SC.
2. Liberais – Grupo 01 (governo atual)
- Governo – Jorginho Mello (PL)
- Vice – Adriano Silva (Novo)
- Senado: Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL)
Esse grupo representa o eixo mais claramente identificado com o discurso liberal-conservador. A aliança PL + Novo combina uma base política de direita com um partido que defende redução do Estado e eficiência administrativa. Ainda assim, na prática governamental, há presença significativa do Estado — o que sugere um liberalismo mais político do que estritamente econômico. Jorginho teve 04 anos para adotar um Programa Catarinense de Concessões, mas não o fez.
3. Liberais – Grupo 02 (centro-direita ampliada)
- Governo – João Rodrigues (PSD)
- Vice – indicação do MDB
- Senado – Esperidião Amin (PP)
- Indefinida
Esse bloco reúne PSD, MDB, PP e União Brasil — partidos de direita com forte tradição administrativa. Apesar de serem classificados como liberais, operam sem as convicções dos mandamentos clássicos do liberalismo, seu histórico revela uma prática mais desenvolvimentista e pragmática, com forte presença estatal e articulação política ampla. É possível que com influência de Esperidião, o mais consciente da doutrina liberal, imprimam em SC um verdadeiro Governo fundado nas liberdades econômicas, sociais e políticas.
Conclusão
O cenário indica três narrativas – um “socialismo moderado”, um liberalismo mais ideológico (Grupo 01) e um liberalismo pragmático (Grupo 02). Na prática, as diferenças ideológicas existem no discurso, mas tendem a se diluir na gestão, onde prevalece um modelo híbrido — típico da política brasileira.
ADM. DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE
INFORMAÇÕES RELEVANTE
- O Socialismo chegou ao Brasil através do Partido Comunista, em 1922, implantando a primeira célula no Rio de Janeiro. Desde então o Brasil foi surpreendido por inúmeros eventos “revolucionários”, com muitos mortos, graças a esta ideologia.
- Os partidos que se identificam como liberais no Brasil, em sua maioria, possuem estatutos extremamente frágeis, sem refletir os valores essenciais da Doutrina Liberal. Demonstram desconhecimento dos fundamentos básicos da liberdade econômica, social e política. Atualmente, (2026) há pelo menos 20 partidos nessa categoria.
- Existem pelo menos oito partidos de orientação socialista no Brasil, alguns dos quais adotam posições que podem ser interpretadas como afrontas à Constituição Federal. Entre eles estão: PT, PCdoB, PSB, PSTU, PCB, PSOL, PCO e UP. Seus estatutos são claros, pretendem implantar no Brasil o modelo socialista marxista de sociedade, cujo modelo não deu certo em lugar algum do mundo.
O PARADOXO DO SÉCULO – NAZISMO E FASCISMO FORAM EXTINTOS MAS O SOCIALISMO AINDA PERMANECE – A IDEOLOGIA ASSASSINA QUE ESCAPOU DA CONDENAÇÃO HISTÓRICA
UFSC EM TRANSFORMAÇÃO – RECONECTANDO UNIVERSIDADE E SOCIEDADE – A VIRADA LIBERAL – O RECOMEÇO DA UFSC COM FOCO EM RESULTADOS – GESTÃO, MÉRITO E DESENVOLVIMENTO EM PRIMEIRO LUGAR
LIBERALISMO OU SOCIALISMO – LIBERDADE OU DEPENDÊNCIA – ONDE O ESTADO AVANÇA A LIBERDADE RECUA – POVOS LIVRES OU TUTELADOS, O BRASIL PRECISA ESCOLHER
BRASIL SEM RUMO – CLT OBSOLETA, CIPOAL TRIBUTÁRIO E A URGÊNCIA DE UM PROJETO DE PAÍS – LEGISLAÇÃO ULTRAPASSADA E AUSÊNCIA DE VISÃO DE FUTURO – DESATANDO OS NÓS DO BRASIL