LIBERALISMO OU SOCIALISMO –  LIBERDADE OU DEPENDÊNCIA – ONDE O ESTADO AVANÇA A LIBERDADE RECUA – POVOS LIVRES OU TUTELADOS,  O BRASIL PRECISA ESCOLHER

No debate político brasileiro, repete-se como um mantra: “fulano é de direita”, “beltrano é de esquerda”, “tal estado é mais direitista”, “tal partido é esquerdista”. Esses rótulos parecem explicar tudo, mas na prática explicam quase nada. Servem mais para organizar torcidas do que para iluminar ideias.

A advertência de Joseph-Marie de Maistre (1753/1821), durante o debate da nova constituição francesa em 1789, continua atual. Ao ironizar um “revolucionário” que afirmava que a Constituição foi feita “para o homem”, ele lembrava que esse “homem” não existe; existem indivíduos franceses, alemães, italianos, mas, “homem”, desconheço. Da mesma forma, “direita” e “esquerda” tornaram-se abstrações vagas, declaro que não as conheço. O eleitor não deposita seu voto em um “sinal de trânsito” ou “rótulo geométrico”; ele escolhe, consciente ou não, uma doutrina.

Se retirarmos o debate da superfície emocional e o levarmos ao plano das ideias, veremos que a disputa central é entre duas visões de organização social. A doutrina liberal sustenta que a vida, a liberdade individual, a propriedade privada, o livre comércio, a responsabilidade fiscal e a limitação do poder do Estado são pilares inegociáveis. Nessa perspectiva, o Estado deve ser forte no que é essencial — segurança, justiça, regras claras — e contido onde a sociedade e o mercado funcionam melhor. É essa base institucional que sustenta as democracias mais estáveis e desenvolvidas do mundo, onde há segurança jurídica, inovação, investimento e mobilidade social.

Já a doutrina socialista parte da premissa de que o Estado deve assumir papel central na economia e na redistribuição de renda. Ao ampliar continuamente sua presença, tende a substituir a iniciativa individual por tutela estatal. Essa lógica produz dependência, desestimula a produtividade e transforma políticas assistenciais permanentes em instrumentos de manutenção de poder. O cidadão deixa de ser protagonista para tornar-se beneficiário.

Não se trata de negar a importância de políticas sociais, mas de distinguir entre proteção temporária e dependência estrutural. O eleitor maduro precisa compreender que não vota “na direita” ou “na esquerda”; vota em uma concepção de Estado e de sociedade. Vota em mais liberdade econômica e responsabilidade, ou em mais intervenção e centralização. É essa escolha doutrinária — e não o rótulo — que define o rumo de um país.

ADM DILVO VICENTE TIRLONI PRESIDENTE

INFORMAÇÕES RELEVANTES

  1. Existem pelo menos oito partidos de orientação socialista no Brasil, alguns dos quais adotam posições que podem ser interpretadas como afrontas à Constituição Federal. Entre eles estão: PT, PCdoB, PSB, PSTU, PCB, PSOL, PCO e UP. Seus estatutos são claros, pretendem implantar no Brasil o modelo socialista marxista de sociedade.
  2. Há 22 outros partidos que dizem defender o Liberalismo, mas não têm convicções doutrinárias. Desconhecem tanto a doutrina liberal quanto a socialista, emergindo deste desconhecimento acordos, absolutamente, excêntricos, bizarros.
  3. Desde 2003 com intervalo entre 2019/2022, o Brasil foi governado pela Doutrina Socialista. Hoje temos 18,73 milhões de Bolsas famílias distribuídas em todos os 5.570 municípios do país, com valor médio de benefício de R$ 683,75. São mais de 50 milhões de indivíduos. Estima-se que 98 milhões de brasileiros dependam de benefícios do Governo. Enquanto isso criou-se um ambiente hostil aos empreendedores.

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